

Encontrei este bonito poema pigmeu que quero partilhar aqui com todos.
Khwa! Yé oh! Khwa! Arco-íris! Oh, arco-íris,
tu que brilhas lá em cima,
tão altopor cima da floresta!
No meio das nuvens negras,
dividindo o céu sombrio,
derribaste aos teus pés,
vencedor na luta,
o trovão que rugia,
que rugia muito alto, irritado.
Estás zangado connosco?
No meio das negras nuvens,
dividindo o céu sombrio,
como a faca que corta o fruto demasiado maduro,
Arco-íris, Arco-íris.
E o trovão matador de homens
fugiu como a antílope da pantera,
fugiu,
Arco-íris, Arco-íris!
Poderoso Arco do caçador dos céus,
Poderoso Arco do caçador dos céus,
do caçador que persegue o rebanho de nuvens,
como um rebanho de elefantes assustados,
Arco-íris, agradece o Todo-poderoso.
Diz-lhe que não se zangue.
Diz-lhe que não se irrite.
Diz-lhe que não nos mate.
Porque temos muito medo,
Arco-íris, por favor.
Traduçao do Francês: Ema Pires






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Os pans de Makgadikgadi, são vestígio de um imenso lago que cobria antigamente uma grande parte do norte de Botswana. Este lago era alimentado por rios que arrastavam sal proveniente de bacias hidrográficas. Os antigos terraços indicam que a profundidade podia chegar a 33 m. Devido a que a bacia não tinha saída, o sal concentrou-se nas depressões do lago. Por causa de mudanças climáticas acontecidas faz uns 10.000 anos, o lago evaporou-se deixando descobertos os depósitos salinos.













